quarta-feira, 5 de maio de 2010


O QUE TODA MULHER MERECE

Juciley Arlindo era o que toda mulher deveria ter em sua nécessaire para o uso de emergência. Uso por vaidade. Ou pelo simples uso... O sem motivo. Sabe quando você vai ao supermercado e a caixa lhe pergunta: “Teve algum produto que você não encontrou que gostaria de adquirir?”. Você pensa e se pudesse responderia: “Juciley Arlindo”. Porque sim, alguém como ele deveria vender nas prateleiras dos supermercados para consumo livre das mulheres carentes.

Ele era um homem bonito, com seu porte chamativo. Alias, mais que bonito, ele era charmoso. Só que muito mais que charmoso, ele era simpático. Educado. Bom moço da porta pra rua. Garoto Mau do quarto para dentro. Cheiroso. O tipo para casar. Mas melhor que isso, o que sabia que era do tipo para casar e por escolha própria não fazia.

As mulheres, em sua maioria, nem sonhavam em deseja-lo só para si, porque ele em sua perfeição tornava-se digno de ser compartilhado com todas. Toda mulher merecia um Juciley Arlindo em sua vida. Mas as que infortunadamente se apaixonavam e tentavam o ter para si, não só perdiam as suas “visitas”, assim como de um jeito ou outro parte de sua amizade. E não te-lo nem como amigo era castigo demais para uma só mulher.

O elogio morava entre os lábios de Juciley Arlindo. O que você chama de gorda, ele chamaria de gostosa. O que você chamaria de TPM, ele chamaria de dengo. Onde você acredita ter crateras de celulite, ele vê uma pele de pêssego. Mas assim, com veracidade sabe? Como se de verdade apreciasse o que visse. Em cada uma de suas mulheres ele saberia enxergar aquilo que realmente a fazia desejável.

Com ele a mulher não precisava ficar pensando muito o que vestir, grandes produções, pois, para ele o que importa mesmo é o que está por dentro. E ele é bem capaz de lhe pedir com um jeito todo especial que vista a mesma roupa que usou da ultima vez, pois, achou que você estava linda daquele jeito. Para Juciley Arlindo, grandes produções eram compostas de seu sorriso e sua pele nua. Simples e sem segredo.

Juciley Arlindo era o tipo de homem que fazia qualquer fidelidade ser minada. Porque estar com ele não era pecado, era dádiva de Deus.

Juciley Arlindo na cama, era como ter mil homens diferentes. Pois havia dia que ele era o homem mais carinhoso do mundo, enquanto no outro era bastante capaz de deixá-La roxa com mordidas e tapas. Que mulher não precisaria disto?

Ter um deste na vida era altamente confortante. Tomou um pé na bunda, era só ligar para o Juciley Arlindo. Está carente, ligue para ele. Está feliz e quer comemorar? Juciley Arlindo para você! Ele está sempre ali, a sua disposição. A delivery. Como acessório de bolsa. Como segredo de bolso.

6 comentários:

Ari Meireles disse...

Sem comentários!

Ariane disse...

Este homem pode ser bom pra muitas mulheres como complemento de uso, como é na imaginação de todas nós mas pra mim não serve, quero somente um homem que me ame e ESCOLHA viver comigo de verdadinha jamais de mentirinha!

Juliana Aidar disse...

Minha horta ta mega seca, um deserto praticamente, não tem nenhum Juciley Arlindo :(

Raphael Mendonça disse...

Apesar de ter odiado o post, por ser mto feminista, depois digeri o conteúdo e percebi minha semelhança com o tal Juciley Arlindo...
Bjooo LInda

Coisa-negócio disse...

Desculpa Li, mas fiquei o tempo inteiro esperando o:"...ai, caí da cama e acordei!"...rs....bjus

Roberta disse...

hummm...de vez em quando vc pode olhar para o lado e imaginar que aquele feijão com arroz, de repente se tornou "Juciley Arlindo"....rs